JD&EG Publicações, Produções Culturais

A pequena notável das Editoras.

A JD&EG Publicações e Produções Culturais, fundada em novembro de 2014, é formada por um grupo de profissionais das áreas de: consultoria, edição, design, revisão, copy desk, diagramação, ilustração, fotografia, assessoria de imprensa, lançamentos.
Juntos trabalhamos para desenvolver o seu projeto e realiza-lo com a melhor qualidade, no menor prazo. Nosso foco é  Livros Arte, Poesia, Romances, Contos, Crônicas e Coletâneas, Roteiros&Dramaturgias. 
Nossa missão é o respeito com a criação, atendimento personalizado, compromisso com o autor e com o leitor.

 

PEÇA O SEU EXEMPLAR!

Em tempos de "Um por todos e todos por um", a leitura de uma boa história é a dica perfeita!


O novo trabalho do João Carlos Viegas (escritor), da Débora Paiva (designer), da Tarsila Marchetti, da Diana Magalhães (fotografa), da Regina Oliveira (assessoria de imprensa) e do Zezé Brandão (prefaciador) e da Jacqueline Durans (editora) está bonito demais.

"A distância entre a vitória e o fracasso é um pulo."

UM SÁBADO DEPOIS DO FIM DO MUNDO.

Pedidos pelo e-mail jdeeg.editora@gmail.com ou aqui no site.

Encaminhamos o teu exemplar rapidinho.

 
Devaneios_de_Comissário_de_Bordo_-_AF4_

DE FATO.

Como estão as coisas?  Errado.
Pergunta certa seria: Onde estão elas? As coisas.
Fora do lugar.
Sim. Totalmente. Correto.
Desde sempre ou para sempre,
Está tudo meio desalinhado,
Meio desandado, congestionado.
Sentimentos, pensamentos
Atitudes e apalavramentos.
As coisas da minha cabeça
E as do apartamento
Lá fora,
em cima,
em baixo
e aqui dentro (...)

 

Informe!

Cancelamento público do lançamento da nova obra do sagaz jornalista e escritor João Carlos Viegas, "Um sábado depois do fim do mundo."

Após a crise do "Coronavírus" (e que passe logo e sem grandes estragos para toda comunidade mundial), organizaremos nova data para uma noite de autógrafos, encontros e reencontros.

Aqueles que quiserem adquirir seu exemplar é só solicitar pelo e-mail: jdeeg.editora@gmail.com ou aqui nosso site.

CANCELAMENTO.jpg
 
3.jpg
UM_SÁBADO_DEPOIS_DO_FIM_DO_MUNDO_(1).jpg
 

Notícias e atualidades

Menções na mídia

 

Entrevista com João Carlos Viegas, jornalista, roteirista, escritor, autor do nosso novo lançamento, “Um sábado depois do fim do mundo”. 
JD&EG -  João você é um homem de convicções ideológicas? Até que ponto estas convicções norteiam sua vida? Sua obra?

Sou um democrata e minha ideologia não me limita.  Não vejo “viés ideológico” em tudo tampouco considero inimigo quem pensa diferente de mim.  Aliás, atualmente, o discurso é “metralhar, varrer e etc.”.  Tomara que isso termine e as pessoas voltem a conviver.  Minha ideologia é ampla segue Martim Luther King, Nelson Mandela, Irmã Dulce (agora, Santa), rabino Nilton Bonder, Greta e Malala.  Gosto da ideologia que constrói pontes para unir pessoas e combato o “viés ideológico” que ergue muros para nos separar.  Essa convicção está na minha vida e na minha obra.

JD&EG - O mundo contemporâneo está polarizado por medos, fake news, preconceitos, extremismos. Você, como homem, cidadão e escritor, consegue definir um conceito de verdade?

Não consigo definir verdade porque não gosto das verdades absolutas.  Acredito que tudo deve ser conhecido.  Na medida em que abrimos mão das verdades para conhecer o universo do outro, crescemos.  É aí que as fake News, os preconceitos e os extremismos morrem.  Por isso, há tantos por aí acenando com a “verdade”, para evitar que a gente conheça o outro.  Duas coisas agridem os “donos da verdade”: o conhecimento e a solidariedade. É claro que sei que a Terra é redonda.  No entanto, não se trata de uma verdade, mas de uma constatação. (risos)

JD&EG – Seu novo livro, Um sábado depois do fim do mundo, fala sobre transitoriedade, a hecatombe dos valores humanos, sobre fim do mundo. O que é este “fim do mundo”?

É um fim que anunciam para atemorizar, para que se perca a convicção da luta pela vida.  “Um sábado depois do fim do mundo” fala de assuntos tabu.  Aborto e suicídio, por exemplo.  São questões que se costumam ocultar, não comentar e temer.  Quando não enfrentamos “fantasmas”, contribuímos para o fim do mundo porque não saímos do esconderijo.  No entanto, embora aborde temas assustadores, o romance tem esperança.  Lembra o personagem de Charles Chaplin que diz: “Por que nos assustamos quando vemos sangue se isso corre em nossas veias?”

JD&EG - O personagem do Pai é um exemplo de sobrevivência?

Sobrevivência é resistência.  Os sobreviventes do Holocausto, por exemplo, são a resistência à tirania.  Ser sobrevivente não é fácil porque se carrega a dor de quem sofreu opressão.  Pergunte aos torturados direta e indiretamente pelas ditaduras que andaram por aí.  Não é fácil sobreviver. No entanto, é alguém que a gente olha e diz: “O ser humano é possível!”.  Em determinado trecho, o pai diz que “os mortos, um dia, estiveram vivos!”.  A frase pode ser interpretada da seguinte maneira: “Não se sobrevive à morte, mas a vida que tivemos essa é capaz de continuar porque alguém poderá se lembrar da gente.”.  Por isso, meu livro é uma contribuição contra os que decretam o fim de tudo.

JD&EG – Qual foi a sua inspiração para contar esta história?

Quando trabalhava em rádio e tevê, havia uma lenda de que não se deveria noticiar suicídios.  A justificativa era que divulgar suicídios se incentivaria pessoas a se matarem.  Nunca vi isso escrito, mas falavam.  Eu escrevia um radioteatro que adaptava casos do noticiário e houve um suicídio no Centro do Rio sobre qual escrevi.  O comunicador pegava o texto e lia no ar sem prévia verificação do assunto.  Ih! Veio gente desesperada me falar que aquilo não poderia ter ido ao ar.... enfim, fingi que não era comigo e continuei escrevendo o que achava que emocionaria o público.  Nessa experiência, está o que me deu o estalo para “Um sábado depois do fim do mundo”, mexer com temas difíceis de lidar. Aborto então.... até hoje, há um temor em se falar sobre.  No entanto, é bom lembrar que, além de aborto e suicídio, o romance fala de temas atuais de uma sociedade em transformação.  Acredito que aí está o grande toque do livro.

 JD&EG - João, qual é o seu fim do mundo ou como você imagina o seu fim do mundo particular?

Como dizia minha avó: “O mundo acaba para quem morre.”.  Cuidem bem do planeta porque o mundo não acabará não.  Nós, sim.  Então, imagino um dia, sentar na poltrona fechar os olhos e ir embora.  Contrariado sim, mas com a certeza de que a missão foi dada e cumpri.  E que o mundo continue.

 

O(A) JD&EG Publicações e Produções Culturais é um(a) Editora confiável com uma lista impressionante de autores talentosos. Começamos como um(a) Editora tradicional, mas evoluímos para acompanhar as tendências atuais do mundo editorial. Hoje em dia oferecemos muitas de nossas obras em formatos digitais e em áudio.

Nosso principal orgulho é a forte relação que construímos tanto com os autores quanto com os agentes literários. Esses importantes elementos são os motivos pelos quais conseguimos consistentemente publicar livros tão populares e de qualidade. Entre em contato para saber mais.

 
 

Nossos Escritores.

Talentos e operários da escrita.

4.jpg

João Carlos Viegas

Romance e Cronica

Num contraponto improvável e original, João Carlos Viegas, tece uma tragédia com todos os seus contornos neste “Um Sábado Depois do Fim do Mundo”, mas – é aí que habita o inusitado – sem dar ao leitor, nem por um instante, sequer uma pista de que o que ele está lendo é um drama humano de proporções rodriguianas*. [Zezé Brandão]

Davi_edited.jpg

Davi Duarte

Romance e Poesia

Poeta desbravador das palavras de variados vocábulos, esquecidas ou ignoradas no que podemos definir de uma arqueologia das letras.
Sua experiência como professor, historiador e pesquisador, com especialização  em História Helênica e antiguidades do mediterrâneo. Amplia seu repertório como escritor.

16722466_645893192265539_2139047106526413801_o%20(1)_edited.jpg

Manuel Herculano

Poesia

Poeta cantador, ator e dramaturgo, nasceu no Maranhão, em Santa Isabel, e ali passou a infância sem saber que existia outro mundo além daquele que vivia na roça.
Em Vargem Grande, aos 11 anos, aprendeu a ler e escrever as primeiras palavras.
Em Itapecuru-Mirim, adolescente, rabiscou seus primeiros escritos sem saber exatamente do que se tratava. Em São Luís, com 20 e tantos anos, constatou, enfim, que existiam outras possibilidades.
Em 1988, Manoel Herculano chegou ao Rio de Janeiro, onde mora e considera sua outra terra natal. Na cidade maravilhosa precisou, primeiro, batalhar pela sobrevivência e somente após alguns anos começou a entender - e aceitar - que possuía, de fato, um dom.

1397269_331459483708913_2575065747141959258_o_edited.jpg

Lita Freitas

Cronica

Além de alinhavar um interessante mosaico sobre a presença feminina no cenário futebolístico mundial desde sua criação – e em diferentes ‘escalações’ – a autora pontua como as mulheres têm, cada dia mais, se encantado pelo futebol, dentro e fora do campo, e para além das cores do time do coração. Optando por um esquema tático simples, mas forte e eficiente, Lita Freitas marca um belo gol em sua partida de estreia na Literatura. Bem-vinda ao time"!
Regina Oliveira, jornalista

 

“As lágrimas mais amargas derramadas sobre os túmulos são pelas palavras que não foram ditas e coisas que não foram feitas.”

 Harriet Beecher Stowe

 

JD&EG Publicações e Produções Culturais

Diversidade nos conteúdos  e gêneros - poesia, romance, contos, cronicas, ensaios,  livros arte e bibliografias.  

Juntos realizaremos seu projeto da ideia ao lançamento, organizando a melhor equipe para tornar real seu sonho. Envie seus originais para nosso e-mail, breve entraremos em contato. 

Queremos estar com você nesta jornada!

Araraquara

+55 16 988447288

Whatsapp 21 98944-5184

Vigilatte Cafe.png
 

+55 16 988447288

©2020 por JD&EG Publicações e Produções Culturais. Orgulhosamente criado com Wix.com

This site was designed with the
.com
website builder. Create your website today.
Start Now